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Pacientes poderão ter direito a um acompanhante

Quarta-feira, 15 de abril de 2015, 22h21min

Foi   aprovado  na  Comissão  de  Constituição   e   Justiça   (CCJ)  o  Projeto  de  Lei   (PL)383.7/2013 que visa assegurar o direito à presença de um acompanhante ao pacienteinternado nas enfermarias da rede hospitalar do estado de Santa Catarina, inclusive nasdependências de tratamento intensivo ou outras equivalentes. A aprovação ocorreu namanhã desta terça­feira, dia 14 de abril, durante reunião CCJ.  O deputado  estadual,  Narcizo  Parisotto   (DEM),   foi   relator  do  projeto  e  votou  pelaaprovação do PL.

O parecer do relator foi aprovado por unanimidade pelos membros daCCJ. Agora,  o PL segue para análise nas comissões de Finanças e Tributação e deDireitos Humanos. “Este projeto é de extrema importância, pois o contato com um entequerido irá contribuir para a reabilitação do paciente, ampliará o diálogo com a equipemédica, resultando em um diagnóstico mais amplo e na comunicação mais eficaz dequalquer   alteração   no   quadro   clínico.  O  projeto   irá   assegurar   a   implementação   daPolítica Nacional de Humanização da Atenção e da Gestão do Sistema Único de Saúde(SUS)”, ressalta Parisotto.

Desarquivado

Já no mês de março, Parisotto desarquivou o PL 450.1/2007 de sua autoria. O projetovisa   proibir   a   venda   e   consumo   de   bebidas   alcoólicas   em   lojas   de   conveniênciasinstaladas em postos de combustíveis, localizados em área urbana de Santa Catarina. Ohorário da restrição seria entre 0h às 6 horas. “Hoje,  os postos de combustíveis sãoponto de encontro entre amigos, mas algumas pessoas exageram na dose e se excedem.A diversão acaba em brigas, acidentes de trânsito e até em perturbação do sossego a quetodo cidadão tem direito”, lembra o deputado.

Em 2009, o projeto foi aprovado em 1º turno, mas arquivado em 2011. Agora, voltapara a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) e aguarda para entrar na Ordemdo Dia, para então ter o parecer dos deputados em 2º turno. “Sabemos que conter acriminalidade não é uma tarefa fácil. Mas evitar situações que possam gerar algum tipode violência sempre é válido”, conclui Parisotto.