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Segurança Pública deixará de ser problema quando o Oeste não for discriminado, afirma Luciane Carminatti

Domingo, 29 de março de 2015, 21h35min

A deputada estadual Luciane Carminatti manifesta extrema preocupação com a continuidade dos casos de assaltos e furtos em Chapecó e região. Nesta semana, o Distrito Marechal Bormann, na maior cidade do Oeste, foi alvo dos noticiários. A comunidade aguarda a reabertura da base da Polícia Militar naquele local e, mesmo depois de os moradores trancarem as ruas, nada ocorreu. Em novo encontro com o comandante da Polícia Militar de Santa Catarina, coronel Paulo Henrique Hemm, nesta semana, a deputada Luciane voltou a cobrar o aumento de efetivo para o grande Oeste.

“Infelizmente, tivemos a notícia de que, da nova turma de policiais em formação, somente 40 novos profissionais serão enviados para atender a grande demanda de todo o oeste catarinense. Mais uma vez a região é discriminada, pois atualmente conta com apenas um Batalhão para atender mais de 400 mil habitantes, enquanto outros municípios com cerca de 50 mil pessoas têm um BPM”, denuncia.

A deputada entende que enquanto o número de efetivos na região não aumentar, não haverá solução para o grave problema da segurança. “Crime se combate com polícia na rua. Temos cerca de 20 municípios que contam com apenas três agentes, o que inviabiliza o policiamento em todos os turnos”, complementa.

A primeira reunião com o comandante Hemm ocorreu no início de fevereiro, e a deputada Luciane cobrou a promessa de campanha do governador do estado de criar um novo Batalhão na Efapi, em Chapecó. “Não há perspectiva de que o governo investirá nesta ação. De nada adianta tirar policiais do centro para levar aos bairros ou Distrito sem contratar novos profissionais. O governo não está dando ouvidos à população do Oeste, que não aguenta mais tamanho descaso com a segurança”, finaliza.