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Deputado Marcos Vieira declara que Governo Dilma não respeita o trabalhador

Quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015, 22h14min

Da Tribuna da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Marcos Vieira (PSDB) declarou que repudia as ações de violência contra os caminhoneiros que estão manifestando contra a situação econômica atual, além das condições das estradas brasileiras.

Na tarde desta quarta-feira, o deputado ainda enumerou uma série de promessas de campanha à presidência da República, feitas pela então candidata Dilma Rousseff, ainda em 2014, e que não foram cumpridas, logo após a eleição.

“É uma verdadeira mentira a política econômica do Governo Dilma. Estamos sendo enganados, com sucessivas mentiras e com o descaso com que o Governo Dilma está tratando os trabalhadores”, disse o deputado.

A desvalorização do Real, o aumento dos impostos, a inflação e a balança comercial foram usados pelo deputado Marcos

Vieira para mostrar a situação da atual política econômica. “Desde 1994, quando o Real entrou em vigor, a desvalorização foi tanta que atualmente R$ 100,00 valem apenas R$ 22. Sem falar que a candidata Dilma falou que a Educação seria a prioridade e logo após ser eleita cortou R$ 7 bilhões do Ministério da Educação.

Também disse que não mexeria nos direitos trabalhistas nem que a vaca tussa, e foi exatamente o que fez logo após a posse. O maior orgulho nacional, a Petrobras, não para de dar sinais de estar totalmente quebrada”, discursou Vieira.

O endividamento público também foi tema de sua crítica. “O que eles fizeram foi apertar o cinto da classe média ao invés de apertar o próprio cinto. Na última década, houve um aumento de despesa na ordem de 10% ao ano.

Em 2014, as contas do Governo Central (Tesouro, Banco Central e Previdência Social) registraram o primeiro déficit primário em 18 anos, de R$ 17,24 bilhões de reais”, enumerou.

Ao finalizar, Vieira mostrou capas de jornais diários que registravam a ação policial contra os caminhoneiros. “Estão tratando pais de famílias como bandidos. Esse é o Governo Dilma que se diz sensível com os trabalhadores”, finalizou o deputado.