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Desemprego sobe para 6,7% em SC, mas continua menor taxa do Brasil

Segunda-feira, 22 de agosto de 2016, 20h58min

O desemprego em Santa Catarina subiu para 6,7% no 2º trimestre de 2016, mas a taxa continua a mais baixa do país, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo IBGE nesta quarta-feira (17). A desocupação é superior aos três primeiros meses deste ano (6%) e na comparação com o mesmo período de 2015 (3,9%).

No 2º trimestre do ano, o estado contou com 3,3 milhões de pessoas empregadas e 242 mil desempregados - aumento de 23 mil pessoas. A pesquisa também aponta queda no número de empregados sem carteira assinada (de 205 mil para 193 mil), recuo explicado pelo aumento do desemprego, visto que não houve uma variação considerável no número de trabalhadores formais, que permaneceu em 1,6 milhões.  

No comércio, o número de empregados caiu para 622 mil, contra 628 mil do 1º trimestre. “Apesar da forte crise que assola o Brasil, o estado mantém um desemprego em níveis moderados, fruto da forte diversificação econômica de Santa Catarina, que permite uma maior mobilidade do emprego entres os diferentes setores.

Esse elemento é fundamental para criar condições para a economia catarinense minimizar os efeitos negativos da recessão e ter uma retomada do crescimento mais rápida e eficiente”, afirma o presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt.

A queda da renda do catarinense impactou no volume de vendas do comércio, que registrou queda de 7,9% nos últimos 12 meses em Santa Catarina.

Brasil

No Brasil, a taxa para os três primeiros meses do ano ficou em 11,3%. Alta em relação ao 1º trimestre de 2016, quando se encontrava em 10,9% e elevação ainda na comparação com o 2º trimestre de 2015 (8,3%). Quanto ao rendimento real médio, entre abril e junho de 2016, ele ficou em R$ 1.972,00.