Canal do Poder

Home /

Notícias

Denúncia de obras com problemas

Domingo, 9 de novembro de 2014, 19h40min

“Não podemos ficar felizes com a inauguração de uma obra se ela não apresenta qualidade”.Essa é a afirmação da vereadora Marcilei Vignatti após visita in loco no Contorno Viário Oeste, emChapecó. “Nessa visita constatamos diversos problemas estruturais na obra,  como rachaduras eondulações, somados a falta de manutenção das margens e da sinalização”, afirma a vereadora.

Diante  da  realidade,  Marcilei  protocolou  na  Câmara  de  Vereadores  o  requerimento  nº291/2014 que solicita da administração de Chapecó o projeto de engenharia e de execução da obrado Contorno Viário Oeste.

Além de explicações sobre os problemas apresentados na via e soluçõespara os problemas que o Contorno vem apresentando, com prazo para que as melhorias sejamrealizadas. O requerimento foi aprovado na sessão desta quinta-feira (06), um reconhecimento dosvereadores aos problemas encontrados no local.Fiscalização

A vereadora Marcilei justifica que o Contorno foi inaugurado em maio de 2013 e temapresentado diversos acidentes que envolveram carretas (inclusive tombamentos), caminhões,carros e motos. Há ainda lixo e mato nas margens, por falta de manutenção, as calçadas já estãodeterioradas, falta acessibilidade para pedestres, há problemas de mobilidade nos dois extremos eonde ocorreram acidentes a estrutura não foi consertada.

No entanto, de acordo com a vereadora, o mais grave é o que se refere a qualidade da obra.“Em uso há pouco mais de um ano, a pista do Contorno Viário Oeste apresentou rachaduras após aschuvas do final de junho devido a infiltração de água.

Além isso, diversos pontos da via apresentamdepressão e ondulações no asfalto. Considerando que ele foi construído para desafogar o trânsitopesado do centro da cidade, a camada asfáltica e os materiais utilizados na construção devem seradequados para a estrutura na qual transitam toneladas todos os dias”, frisa.

Marcilei salienta que há outros problemas em projetos e obras na cidade. “Obras como aAraras  e  o  Centro  de  Eventos  também  apresentaram  e  apresentam  problemas  logo  após  asinaugurações.

Obras mal projetadas e mal feitas custam muito caro para a população. Pagamosimpostos para fazer a obra, mas acabamos pagando novamente pela falta de qualidade, para fazer arevitalização. E por fim, a população fica com uma obra cheia de remendos”, argumenta.